Este exame permite que o médico examine, com a ajuda de um tubo fino e flexível chamado endoscópio, a mucosa da parte superior do trato gastrointestinal (esôfago, estômago e duodeno) em seu paciente. Para a sua realização, é necessário a utilização de um sedativo aplicado na veia para ajudar a relaxar. Mas o próprio paciente também pode não fazer o uso deste.

Dores abdominais, náusea, vômitos e dificuldades de engolir, sangramentos, inflamações, úlceras, tumores e biópsias são alguns dos sintomas analisados de quem realiza este procedimento, considerado pelos médicos um exame seguro, que dura cerca de 10 minutos.

Para desempenhar a endoscopia diagnóstica e terapêutica com sucesso, o paciente deve estar em jejum absoluto (de alimentos sólidos e líquidos, inclusive água) de, no mínimo, 8 horas ou mais, conforme orientação médica. Comparecer na hora marcada e estar acompanhado por outra pessoa responsável também é de suma importância.

É seguro e tem como objetivo ajudar o médico na descoberta do câncer de intestino. Esse exame analisa a mucosa do cólon e do reto (intestino grosso), permitindo dessa forma, a coleta de material para estudo, feita pelo ânus, através de um tubo fino e flexível com lentes e luz própria para averiguar com propriedade se há inflamações em sua parede intestinal.

Durante o procedimento, o paciente pode sentir uma pressão, gases e até cólicas, mas com o uso de sedativo, a colonoscopia é bem tolerável e raramente causa alguma dor. Vale ressaltar que este exame dura cerca de 15 e 60 minutos, entre espera, preparo, exame e recuperação.

E em se tratando de preparo, o paciente precisa seguir rigorosamente as orientações do médico para realizar este exame, principalmente com o uso de laxante, uma vez que o cólon necessita estar limpo para a introdução do equipamento para que não haja interferência no resultado do diagnóstico.

Podemos considerar este exame como sendo o grande diferencial da clínica Digest. É um procedimento que combina a técnica da endoscopia com o ultrassom, é usado um endoscópio com um transdutor acoplado na sua extremidade, o que permite obter imagens de alta resolução.

Na parte Alta, o procedimento pode identificar ou acompanhar doenças do aparelho digestivo, permitindo a obtenção de imagens da parede do tubo digestivo em toda a sua espessura para esclarecer inflamações, infecções ou o estadiamento de tumores, na região do esôfago, estômago e duodeno. E na parte Baixa permite a avaliação de lesões no reto e adjacências.

De forma bastante precisa, o exame de Broncoscopia e Laringoscopia avalia o sistema respiratório, cordas vocais e todo o seu funcionamento. Para a sua realização é necessário que o paciente tome uma anestesia local para evitar dores e os reflexos de ânsia de vômito e tosse.

É um procedimento indolor que faz uso de um broncoscópio ou laringoscópio, tubos flexíveis contendo fibras óticas no seu interior, introduzido através do nariz ou pela boca do paciente, para alcançar as vias aéreas, permitindo assim, melhor visualização para averiguar suspeitas de câncer brônquico ou pulmonar, mas também pode ser utilizada para outros fins, como falta de ar, inalação de corpo estranho, pneumonias, tuberculoses, entre outros sintomas.

Para realizar a retirada de um corpo estranho, o médico envolve a passagem de um aparelho através da boca para avaliar o interior do esôfago, estômago ou duodeno, pois a maior parte dos corpos passa pelo trato gastrointestinal sem dificuldades.

As impactações alimentares são as mais comuns nos adultos. Já as crianças têm o hábito de levar até a boca, pequenos objetos e brinquedos, proporcionando o engasgo. Aspirar um objeto estranho está diretamente relacionado à tosse persistente, quadro súbito de chiado no peito, falta de ar, rouquidão ou alteração de cor nos lábios e unhas.

BALÃO INTRAGÁSTRICO - 06 MESES

BALÃO INTRAGÁSTRICO- 6 MESES: Procedimento realizado por endoscopia em regime ambulatorial. O balão é introduzido no estômago e inflado com 400ml a 700ml de soro fisiológico com um corante azul e tem a finalidade de reduzir a capacidade do reservatório gástrico, diminuindo a ingestão alimentar. O balão deve ser retirado 6 meses após sua colocação. O risco de complicações é mínimo.

O balão é mais bem indicado em:

  • indicado recentemente e aprovado pela ANVISA para pacientes com IMC acima de 27Kg/m2;
  • Pacientes com IMC superior a 35 e que não querem ou que apresentam contraindicações para o tratamento cirúrgico;
  • Pacientes com IMC inferior a 35;
  • Preparo pré-operatório em pacientes superobesos (IMC > 50) afim de reduzir o peso e melhorar suas condições clínicas;
  • que não aceitam ou não suportam outras formas de tratamento clínico.

As principais contraindicações (devem ser discutidas com o endoscopista ou cirurgião bariátrico previamente):

  • Cirurgias de ressecção gástrica prévia, dependentes de álcool e drogas, uso crônico de anticoagulantes, gestantes, cirróticos descompensados, presença de varizes esofagogástricas;
  • Graus avançados de esofagite, Barrett, fundoplicaturas prévias, outros.
  • Torna-se necessário nestes pacientes o acompanhamento psicológico ou psiquiátrico associando medicações anorexígenas e ansiolíticos; nutricional, atividade física e retornos frequentes para que a perda de peso seja mais efetiva e duradoura.

BALÃO INTRAGÁSTRICO - 12 MESES

Balão Intragástrico Spatz3

O balão intragástrico é um recurso clínico da medicina desenvolvido para o tratamento do sobrepeso e alguns casos de obesidade. Este sistema de emagrecimento consiste na colocação de um balão feito de silicone no estômago do paciente, por meio de endoscopia, um procedimento ambulatorial. A intenção é preencher parte da cavidade gástrica, promovendo a redução do apetite e aumento da sensação de saciedade, reduzindo assim a ingestão de alimentos e, consequentemente, proporcionando a perda de peso.

Por que o Balão Spatz3?

O sistema exclusivo do Balão Intragástrico Spatz3 é o primeiro balão ajustável do mercado e pode permanecer no corpo do paciente por até 12 meses, aumentando a eficiência do tratamento, visando que o tratamento perca seu efeito após a colocação do balão. Um estudo* publicado recentemente informou que 76% dos pacientes de balão Spatz são capazes de manter significativamente a perda de peso, mesmo dois anos após a remoção do balão Spatz. Com o balão convencional, de acordo com a pesquisa, apenas 38% dos pacientes conseguiram manter a perda de peso.

Como saber se sou um candidato ao tratamento com o Balão Intragástrico?

Uma das maneiras mais simples de saber se você está acima do peso – e, portanto, deve começar a se preocupar em emagrecer por motivos de saúde – é calcular o seu Índice de Massa Corporal (IMC). O IMC é uma medida utilizada para identificar a margem de peso saudável, conforme a altura da pessoa.

O IMC acima de 27kg/m² é um alerta para a sua saúde e a primeira atitude recomendada é procurar um médico, que avaliará o caso para recomendar ou não o tratamento com o Balão Intragástrico, que serve como um estímulo para o emagrecimento e, associado à reeducação alimentar, pode oferecer resultados surpreendentemente rápidos e de longo prazo.

A colocação do balão intragástrico em conjunto com a supervisão de uma equipe médica multidisciplinar para uma mudança efetiva de hábitos pode ser a chave para alcançar a saúde e benefícios estéticos associados à perda de peso. Entretanto, é preciso saber escolher o tipo de balão, entre os disponíveis no mercado e aprovados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), para obter taxas maiores de sucesso.

Com que idade se pode colocar

Não existe uma idade a partir da qual se pode colocar um balão intragástrico e, por isso, a técnica pode ser considerada como forma de tratamento quando o grau de obesidade é muito elevado. No entanto, no caso das crianças é sempre aconselhado esperar o fim da fase de crescimento, uma vez que o grau de obesidade pode diminuir ao longo do tempo de crescimento.

Técnica

Sedação:

Constantemente você será monitorado por profissional qualificado e aparelhos durante o exame com uso de monitor de oxigenação sanguínea e de controle da frequência cardíaca até que a maioria dos efeitos da medicação desapareça. Além do efeito calmante e hipnótico (sono), o sedativo costuma causar amnésia. Complicações mais comuns são flebite (dor ou inchaço no trajeto da veia puncionada) complicações mais serias são muito raras ocorrendo em menos de 0,2% dos casos, podendo estar relacionadas ao emprego de medicamentos sedativos ou ao próprio procedimento endoscópico, tais como: depressão respiratória, com diminuição do oxigênio, alterações do ritmo cardíaco como: bradicardia ou taquicardia e na pressão arterial (hipertensão ou hipotensão).

Colocação do balão

Através da endoscopia o balão é introduzido pela boca ainda vazio e depois é preenchido dentro do estômago com soro e um corante azul, que serve para tornar a urina ou as fezes azuis ou esverdeadas caso o balão se rompa. A colocação do balão intragástrico demora, em média, 30 minutos e, a pessoa não precisa ficar internada, apenas deve repousar duas a três horas na sala de recuperação antes de ter alta e regressar a casa. Para garantir o emagrecimento e os resultados, enquanto se usa o balão é muito importante seguir uma dieta orientada por um nutricionista, com poucas calorias e que deverá ser adaptada no primeiro mês após o procedimento. Além disso, também é importante fazer um programa regular de exercício físico, que, junto com a dieta, deve ser mantido depois de retirar o balão, para evitar que se volte a engordar.

Quando e como remover o balão

A remoção do balão gástrico é feita, geralmente, 6 meses após a sua colocação e, o procedimento é semelhante à colocação, sendo aspirado o líquido e retirado o balão através de endoscopia com sedação. O balão deve ser removido pois o material do balão fica degradado com os ácidos do estômago. Após a remoção, é possível colocar outro balão 2 meses mais tarde, porém, muitas vezes, não é necessário.

Riscos da colocação do balão

A colocação de balão intragástrico para emagrecer, pode provocar náuseas, vômitos e dor na barriga durante a primeira semana, enquanto o organismo se adapta à presença do balão. Em casos mais raros, o balão pode romper e ir para o intestino, podendo provocar a sua obstrução e, provocando sintomas como barriga inchada, obstipação e urina esverdeada. Nestes casos, deve-se imediatamente entrar em contato com o médico que colocou o balão para orientações e retirá-lo.

Vantagens do balão gástrico para emagrecer

  • Ajudar a perder peso;
  • Não provoca alteração do estômago nem intestino, porque não ocorrem cortes;
  • Tem poucos riscos porque não é um método invasivo;
  • É um procedimento reversível, pois facilmente se esvazia e remove o balão;
  • A colocação do balão engana o cérebro, pois a presença do balão no estômago envia informação ao cérebro de estar permanentemente cheio, mesmo que o paciente não tenha comido.

Em caso de dúvida, entrar em contato conosco.
(67) 99845-6016 ou Clinica Digest (67) 3042-1000

Pacientes que possuem problemas em ingerir alimentos pode optar por introduzir no estômago, através do abdome, uma sonda gástrica. Este processo intitulado de Gastrostomia permite o uso de anestesia e sedação durante a preparação. Está indicado quando há necessidade do paciente ser alimentado por longos períodos sem desconforto e melhor controle nutricional. Pode ser retirada a qualquer tempo sem deixar sequelas.

É ele quem mede a presença de ácido dentro do esôfago, mais precisamente o potencial hidrogenionico (pH). Bastante comum em suprir as necessidades de quem sofre com doença de refluxo gastroesofágico, a pHmetria propõe diagnósticos a fim de esclarecer casos de dor torácica não cardíacas, odinofagia (dor para engolir), vômitos e náuseas.

O método é realizado com o paciente acordado, pois o médico precisa de sua colaboração para ajudar na passagem da sonda especial, de calibre fino, através de uma das narinas. É aplicado um gel anestésico para facilitar todo o procedimento. Fazer jejum de 12 horas para alimentos sólidos e 06 horas para líquidos é necessário.

Para quem não sabe, o esôfago divide-se em três regiões funcionais: os esfíncteres esofágicos (inferior e superior) e o corpo esofágico. Pontuamos isso a princípio para que o paciente saiba que a Manometria é um teste de escolha para a avaliação da função motora do esôfago.

E esse teste é feito por um cateter, que faz a introdução pela narina e vai até o estômago, para avaliar integralmente toda essa parte interna, permitindo realizar a medição de pressão e coordenação muscular desse órgão. Também podemos afirmar que a Manometria é uma forma indireta de estudar como se processa o movimento dos alimentos da boca até o estômago.

Já a Manometria Retal permite avaliar a pressão dos músculos que controlam a abertura do ânus, chamados de esfíncteres anais. O exame se propõe a analisar também a sensibilidade ano-retal e alguns reflexos neurais.

Indicada no tratamento e treinamento de problemas esfincterianos da região anal, particularmente presente em pacientes multíparas com sequelas de cirurgias ano-perineais.

É considerado um exame capaz de estudar e, se necessário, tratar patologias de alguns órgãos do sistema digestivo como vesícula biliar, fígado, pâncreas e, principalmente, os canais que drenam estes órgãos. É o padrão ouro para o tratamento de ltíase ( cálculos) dentro do canal biliar e ou pancreático. Também para drenagem de tumores que eventualmente possam ocluir esses ductos.

Este exame tem a capacidade de fornecer em tempo real imagens das estruturas internas e órgãos do corpo através de um computador. Não causa incômodo e é indolor. É amplamente utilizado nas diversas áreas da medicina. A grande vantagem é que não tem radiação, como os outros métodos de imagem, então pode ser usado sem restrições em todas as faixas etárias .

Seu procedimento é bem simples. O médico passa um gel adequado na região que será analisada, e sobre ela, desliza o chamado transdutor (pequeno aparelho) que faz a reprodução e captação das ondas sonoras para que, sejam transformadas em imagens pelo computador e analisadas pelo médico.

Esta modalidade da ultrassonografia estuda o fluxo sanguineo da rede vascular das estruturas e órgãos do corpo, tanto das artérias como das véias, sendo uma importante ferramenta para complemetar o diagnóstico.

Doenças que podem prejudicar o aparelho gastrointestinal são tratadas pela Gastroenterologia. Essa especialidade médica tem por responsabilidade averiguar boca, esôfago, estômago, duodeno, intestino grosso e delgado, fígado e pâncreas.

Em determinadas situações, o médico pode solicitar ao paciente outros exames como endoscopia digestiva alta ou colonoscopia para complementar a consulta.

Cuida da audição, respiração e voz. São essas diretrizes que o médico responsável observa e realiza o tratamento diante dos sintomas e sinais que o paciente apresenta em uma consulta. E o diagnóstico, para ser bastante preciso, muitas vezes, e dependendo do caso, pode ter característica clínica ou cirúrgica.

Dores de cabeça, de garganta, ouvido, labirintite, perda da audição, rinite, roncos, rouquidão e zumbido são alguns exemplos tratados por essa especialidade médica. E os exames mais comuns são a Rinoscopia, Otoscopia, Laringoscopia e Videolaringoscopia.

Serve para diagnosticar doenças como intolerância à lactose, má absorção de frutose, supercrescimento bacteriano no intestino delgado, além de complementar diagnósticos algumas vezes indefinidos, de doença celíaca e doenças da vesícula biliar, dentre outros.

O teste não é invasivo, sendo apenas necessário alguns cuidados antes do exame, como:

  • Não comer quaisquer alimentos lentamente digeridos (como feijão, farelo e cereais ricos em fibras),
  • Ingerir alimentos com pouca fibra e,
  • Não ingerir suplementos de fibra e laxantes 24 horas antes do teste.
  • Não fumar ou dormir 2 horas antes ou durante o teste.
  • Necessário aguardar 4 semanas após uso de antibióticos.

Baseia-se no princípio de que a fermentação de carboidratos produz gás no intestino, o que só acontece se carboidratos da dieta não forem absorvidas no intestino delgado. A maior parte do gás é absorvido no intestino grosso e enviado a corrente sanguínea, sendo a única fonte de gás hidrogênio na respiração, provinda de fermentação de carboidratos no intestino grosso.